Vinícius Goulart já trabalhava com audiovisual e marketing antes de entrar no FHT, atuando como fotógrafo, videomaker e especialista em marketing audiovisual. Mesmo com experiência profissional e anos de carreira, ainda não tinha um modelo estruturado de High Ticket e dependia de serviços e projetos para gerar faturamento.
Ele decidiu entrar no FHT para organizar uma oferta de maior valor e criar um modelo que permitisse vender conhecimento e acompanhamento, sem depender apenas de prestação de serviço.
Aplicando o método, estruturou um acelerador de negócio voltado para profissionais que queriam melhorar resultados com redes sociais e produção de conteúdo, utilizando sessões de diagnóstico e venda 1A1 como principal canal de conversão.
A primeira venda aconteceu logo após a mudança de modelo, com uma vaga fechada por R$ 10.500 à vista.
Com o processo validado, continuou realizando sessões individuais e novos fechamentos começaram a acontecer, mesmo sem investimento em tráfego.
Em pouco tempo, chegou a 14 alunos no programa, somando mais de R$ 120 mil em faturamento apenas com as vendas feitas por diagnóstico.
Depois disso, continuou aplicando o mesmo modelo e realizou novas vendas, chegando a mais de R$ 160 mil em faturamento com High Ticket dentro do FHT.
Segundo ele, a diferença foi ter clareza de oferta, organizar o processo de vendas e usar as sessões 1A1 como principal forma de conversão, sem depender de lançamentos ou grandes campanhas.
Hoje, segue expandindo o projeto com novas turmas e novos fechamentos, mantendo o modelo baseado em diagnóstico, acompanhamento e High Ticket.