Fernanda D’Ávila e Marcos Oliveira Junior já tinham experiência no digital antes de entrar no FHT. O casal já trabalhava com cursos, lançamentos e treinamentos na área de odontologia, mas sentia que o negócio ainda dependia de muita preparação, campanhas e esforço para cada novo faturamento.
Mesmo com audiência, produto e experiência, faltava um modelo mais previsível, com maior ticket e que permitisse crescer sem depender apenas de lançamentos tradicionais.
Foi nesse momento que decidiram entrar no FHT para estruturar uma oferta High Ticket e organizar um modelo de vendas baseado em eventos, imersões presenciais e acompanhamento.
A partir disso, começaram a aplicar o método com foco em criar uma jornada mais completa para os alunos, combinando curso online, acompanhamento e encontros presenciais.
Um dos primeiros testes foi uma imersão presencial, onde investiram cerca de R$ 58 mil na estrutura do evento e retornaram aproximadamente R$ 430 mil em faturamento.
Com o modelo validado, passaram a repetir o processo, organizando novas imersões e ofertas High Ticket para sua base de alunos.
Em outro evento, o faturamento bruto ultrapassou R$ 770 mil, e em uma nova imersão o resultado passou de R$ 776 mil, mantendo o mesmo modelo de conversão baseado em evento presencial e oferta de acompanhamento.
Além das vendas em grupo, também estruturaram processos de venda individual, contratação de closer, atendimento de suporte e organização da operação para sustentar o crescimento.
Somando os resultados gerados com High Ticket, imersões e programas de acompanhamento, o casal já ultrapassou a marca de R$ 2 milhões em faturamento após estruturar o modelo dentro do FHT.
Hoje, seguem expandindo o projeto com novas imersões, eventos presenciais e programas de acompanhamento, com foco em manter um crescimento mais previsível e menos dependente de lançamentos complexos.