Elissandra da Mata já atuava no RH com experiência, conteúdo e posicionamento. O que mudou foi a forma de estruturar a oferta, ajustar a precificação e transformar o High Ticket em uma frente real de crescimento dentro do negócio.
No depoimento, ela conta que saiu de uma visão em que ainda tinha dúvidas sobre o formato e passou a enxergar com clareza o que vender, como vender e, principalmente, como fazer isso sem depender dela para toda a entrega. Logo no início da operação, abriu o primeiro canal, ajustou o ticket e já colocou 32 pessoas para dentro. Depois, com novos movimentos, chegou a 51 clientes e R$ 510 mil faturados até março.
Nos registros enviados, o projeto soma R$ 670 mil em faturamento no nicho de Recursos Humanos. E o ponto central não foi só vender mais. Foi construir um High Ticket com mais consciência na venda, mais previsibilidade no negócio e uma entrega menos dependente da expert.
Se antes o crescimento vinha com mais desgaste, agora o High Ticket passou a abrir uma nova possibilidade de escala, com estrutura, margem e visão de longo prazo.