Jérôme Acriz já trabalhava com ensino de francês pela internet e tinha audiência construída antes de entrar no FHT.
Mesmo com alunos e experiência no digital, o crescimento do negócio ainda dependia de lançamentos e turmas organizadas de forma tradicional, sem um modelo previsível de High Ticket.
Ele já tinha demanda, já tinha seguidores e já vendia cursos, mas queria estruturar uma oferta de maior valor e criar um processo que permitisse crescer com mais consistência.
Ao entrar no FHT, decidiu organizar seu modelo como um acelerador de habilidade, criando uma oferta High Ticket voltada para alunos que queriam aprender francês com mais profundidade e acompanhamento.
A partir disso, estruturou uma nova forma de venda, combinando evento, apresentação ao vivo e oferta direta para sua base.
Em uma das campanhas, atingiu cerca de R$ 375 mil em apenas 13 dias, com taxa de conversão acima de 50%, validando o novo modelo.
Com o processo ajustado, repetiu a estratégia e chegou a aproximadamente R$ 500 mil em faturamento com High Ticket, usando o mesmo formato estruturado dentro do FHT.
Segundo ele, a diferença foi organizar a oferta, definir melhor o público e usar um modelo mais direto de venda, sem depender apenas de lançamentos longos.
Hoje, segue expandindo o projeto com novas turmas, novas campanhas e novas ofertas High Ticket, mantendo um modelo mais previsível e com ticket mais alto dentro do nicho de idiomas.